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    O Que os Corretores Pedem em Fotos de Imóvel: Dados Sheep

    O Que os Corretores Pedem em Fotos de Imóvel: Dados Sheep

    Em um recorte de mais de 15 mil captações da Sheep House em Curitiba e Região Metropolitana, cerca de 68% dos pedidos incluíram fotografia sem vídeo, tour, drone ou Pacote Completo. Os dados, coletados entre julho de 2025 e junho de 2026, mostram o que os corretores efetivamente pedem em fotos de imóvel — não o que fornecedores imaginam que eles deveriam pedir.

    📊 O que os corretores mais pedem em fotos de imóvel

    A fotografia profissional apareceu em mais de 90% das captações analisadas. O vídeo curto veio em segundo lugar, presente em quase um quarto dos pedidos. Como uma captação pode reunir vários serviços, as participações abaixo não devem ser somadas como se fossem partes exclusivas de um único total.

    • Fotografia Profissional: mais de 90% das captações.
    • Vídeo Curto: cerca de 23%.
    • Fotografia Aérea: pouco mais de 2%.
    • Fotografia Premium: cerca de 1%.
    • Pacote Completo: cerca de 1%.
    • Vídeo Profissional interno: cerca de 1%.
    • Vídeo Reels: cerca de 1%.
    • Pacote Aéreo: menos de 1%.
    • Vídeo Aéreo: menos de 1%.
    • Tour Virtual: menos de 1%.

    Esse é o mix de pacotes de fotografia de imóvel observado na operação, e não uma pesquisa de intenção. Cada linha representa um serviço registrado em uma captação realizada e entregue. O dado mais forte é também o mais simples: foto continua sendo a infraestrutura visual do anúncio.

    Gráfico de barras com os serviços mais contratados em mais de 15 mil captações da Sheep House em Curitiba e região
    Participação por serviço. Categorias podem se sobrepor. Fonte: dados da Sheep House.

    📸 Quantas fotos por imóvel, na média

    A base de agendamentos não registra a quantidade final de arquivos entregue em cada captação, portanto não permite calcular uma média histórica confiável de fotos por imóvel. A Sheep prefere publicar essa limitação a transformar uma faixa comercial em uma falsa média estatística.

    No serviço atual de fotografia imobiliária, a faixa operacional informada pela Sheep é de 30 a 80 fotos por imóvel, variando conforme metragem, complexidade e quantidade de ambientes. Fotografia Premium trabalha normalmente com 30 a 50 imagens editadas, enquanto a oferta específica para locação de temporada usa outra faixa. Isso mostra por que misturar produtos diferentes produziria uma média pouco útil.

    Quantidade contratada, quantidade captada e quantidade publicada no anúncio também são medidas diferentes. Para decidir a seleção final por tipo de imóvel, veja quantas fotos um anúncio precisa. Em uma futura atualização deste estudo, a Sheep pretende incorporar a contagem de entregáveis quando o campo estiver disponível de forma estruturada.

    🎥 Foto x vídeo x tour x drone: o que o mercado realmente contrata

    Vídeo apareceu em cerca de um quarto das captações, drone em menos de 4% e tour virtual em menos de 1%. Para esse agrupamento, “vídeo” inclui vídeo curto, profissional interno e Reels; “drone” inclui fotografia aérea, vídeo aéreo, FPV e Pacote Aéreo. O Pacote Completo foi mantido separado porque sua composição pode variar ao longo do período.

    O contraste é relevante. A fotografia é quase universal na produção analisada, enquanto vídeo já funciona como complemento recorrente. Drone permanece seletivo, e tour virtual, apesar de frequentemente apresentado como tendência central da divulgação imobiliária, ainda representa uma parcela pequena dos pedidos regionais.

    Isso não mede utilidade para o comprador nem retorno de cada formato. Mede escolha de produção. Na ponta da demanda, o relatório de tendências geracionais de 2025 da National Association of Realtors encontrou fotos como recurso “muito útil” para 83% dos compradores que usaram a internet, contra 41% para tours virtuais e 29% para vídeos. Os universos e países são diferentes, mas a hierarquia reforça a centralidade da imagem estática.

    Leitura correta

    “Pouco contratado” não significa “ineficaz”. Pode refletir preço, hábito, tipo de imóvel, canal de divulgação ou falta de familiaridade. Os dados da Sheep House descrevem contratação de produção; não demonstram velocidade de venda, geração de leads ou retorno financeiro.

    📍 Diferenças por região e cidade

    Entre os endereços que puderam ser padronizados, Pinhais teve a maior participação de vídeo, com cerca de 42%. São José dos Pinhais veio a seguir, perto de 35%. Em Curitiba e Colombo, o formato apareceu em aproximadamente um quarto das captações analisadas.

    No drone, a participação variou de aproximadamente 3% a 8% entre as quatro cidades observadas. A diferença pode estar ligada ao mix de casas, terrenos, condomínios e áreas externas, mas essa é uma hipótese: o tipo de imóvel ainda não está estruturado de forma consistente na base e, por isso, não foi usado para explicar causalidade.

    Gráfico comparando a contratação de vídeo e drone em Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais e Colombo
    Somente captações com cidade extraída de endereço padronizado. Fonte: dados da Sheep House.

    O recorte municipal deve ser lido com cautela. Parte dos endereços históricos foi salva como texto livre e não entrou nesta comparação. A base sustenta uma descrição das cidades com volume suficiente, mas não um ranking definitivo de preferência regional.

    🔎 O que os dados de fotografia imobiliária revelam

    O mercado de produção observado pela Sheep em Curitiba e região é “foto primeiro, vídeo como complemento”. Em cada 100 captações do recorte, mais de 90 registraram Fotografia Profissional e cerca de 26 incluíram algum vídeo interno. Só foto, sem vídeo, tour, drone ou Pacote Completo, respondeu por aproximadamente 68% do total analisado.

    Três leituras são particularmente úteis para corretores, imobiliárias e fornecedores:

    1. A base ainda é estática. A fotografia resolve a necessidade comum de portal, site, CRM, redes e material institucional. É o formato com maior interoperabilidade.
    2. Vídeo saiu do nicho. Um quarto das captações já inclui algum vídeo interno. O Vídeo Curto, sozinho, esteve em 23,4% da base e concentrou a maior parte desse uso.
    3. Tecnologias mais comentadas continuam seletivas. Drone e tour podem ser decisivos para imóveis específicos, mas não são pedidos como padrão na maioria das produções.

    O dado também ajuda a separar tendência de adoção. Uma tecnologia pode gerar atenção em eventos e redes sociais sem aparecer com a mesma força no carrinho real do corretor. Para a Sheep, a oportunidade não é empurrar todo formato em todo imóvel; é entender o que cada propriedade precisa e reduzir atrito para adicionar recursos quando eles têm função clara.

    🧪 Metodologia

    O estudo usa um recorte de mais de 15 mil registros de captação da operação da Sheep House em Curitiba e Região Metropolitana, entre 1º de julho de 2025 e 30 de junho de 2026. O período móvel de 12 meses termina no último trimestre civil completo antes da publicação. Ocorrências administrativas sem produção efetiva não compõem a análise.

    • Fonte: banco operacional de agendamentos da Sheep House.
    • Unidade de análise: uma captação concluída, não um imóvel vendido nem um anúncio publicado.
    • Escopo: operação atendida pela rede Sheep, com concentração em Curitiba e Região Metropolitana.
    • Corretores: mais de mil identificadores distintos aparecem no recorte regional. Isso não representa todos os profissionais atendidos pela rede, pois parte das captações é vinculada diretamente à imobiliária.
    • Serviços: participações calculadas pela presença do serviço no agendamento; uma captação pode contar em mais de uma categoria.
    • Cidades: extraídas apenas de endereços em formato padronizado. Registros em texto livre ficaram fora da comparação municipal.
    • Tipos de imóvel e média de fotos: não publicados por ausência de campos históricos estruturados e completos.
    • Atualização: trimestral; próxima revisão prevista para outubro de 2026.

    Os percentuais foram arredondados para uma casa decimal. Este estudo não mede venda, tempo de anúncio, conversão, preço do imóvel ou causalidade. Ele responde a uma pergunta específica: o que os corretores pedem em fotos de imóvel e serviços visuais quando contratam uma captação da Sheep?

    Use e cite estes dados

    Você pode citar as estatísticas com atribuição a “dados da Sheep House”, indicando o período de julho de 2025 a junho de 2026 e incluindo um link para esta página. Para conhecer os formatos disponíveis, veja os planos e preços da Sheep House.

    ❓ Perguntas frequentes

    O que os corretores mais pedem em fotografia de imóvel?

    Fotografia Profissional foi o serviço mais frequente: apareceu em mais de 90% de um recorte com mais de 15 mil captações da Sheep House em Curitiba e Região Metropolitana, entre julho de 2025 e junho de 2026.

    Quantos corretores foram analisados?

    O recorte contém mais de mil identificadores distintos de corretor. O número não representa todos os profissionais atendidos pela rede, porque parte das captações é vinculada diretamente à imobiliária.

    Qual percentual pediu somente fotos?

    Cerca de 68% das captações do recorte incluíram fotografia sem vídeo, tour, drone ou Pacote Completo.

    Tour virtual é muito contratado?

    No recorte regional da Sheep House, Tour Virtual apareceu em menos de 1% das captações. O dado mede contratação de produção e não mede a eficácia do formato para vender ou alugar um imóvel.

    Com que frequência o estudo será atualizado?

    Trimestralmente, sempre usando uma janela móvel de 12 meses encerrada no último trimestre civil completo. A próxima revisão está prevista para outubro de 2026.

    Quer sair na frente do mercado?

    A Sheep House combina tecnologia e imagem profissional para destacar seus imóveis em qualquer cenário.